Cientista Fora da Caixa


Atualizado em 25/04/2024


Para ser cientista, é necessário ter passado por uma graduação, mestrado (em alguns casos) e doutorado (sim, é possível sair da graduação e ir direto para ele) no mínimo. Ao terminar o doutorado, eu queria trabalhar com divulgação científica, já que foi justamente ela que fez toda a diferença na minha escolha por uma carreira no meio acadêmico. Mas precisei passar por outras experiências profissionais de 2015 a 2020 para perceber que trabalhar com mentoria era o que eu realmente queria fazer. E sim, me considero uma cientista fora da caixa.

Eu jamais deixei a academia de lado, simplesmente mudei a minha relação com ela estando fora de uma universidade ou centro de pesquisa no laboratório. Gosto de falar sobre o meu doutorado, por exemplo, foi uma grande conquista pessoal escrever a tese e ter dois artigos científicos como resultados dele, enriquecendo a área de conhecimento que contribui com algo novo.

Ser mentora me proporciona experiências educacionais e acadêmicas únicas, um aprendizado contínuo com meus mentorandos. Muitos alunos sentem dificuldade em aprender a como fazer ciência, e é ai onde entro. Estou sempre me atualizando na Internet e também com a minha rede de contatos para ser uma mentora melhor a cada dia. Poder trazer esse formato de trabalho para o Brasil é muito gratificante para mim, sinto-me realizada como profissional e pessoa.

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